quinta-feira, 5 de junho de 2008

Historia


Situado na freguesia de Pinheiros, a 6 quilómetros de Monção, o sumptuoso palácio é o expoente das moradias fidalgas construídas em Portugal. Foi construido no final do século XVIII, levou 28 anos a concluir e as obras prolongaram-se até 1834.
Rodeado de frondosa mata e encantadores
jardins com magnólias e japoneiras, a construção foi iniciada por Luís Pereira Velho de Moscoso, nascido em 1767.
As obras continuaram sob a direcção do seu segundo filho, Simão Pereira, baptizado em 1805 e que viveu até 1881. A seguir à sua morte, por volta de 1901, o palácio foi vendido a Pedro Maria da Fonseca Araújo, Presidente da Associação de Comércio do Porto, que realizou as maiores obras de restauro. Em 1937 foi novamente vendido a Francisco de Oliveira Pais, de
Lisboa. Nos anos 60 devido a falência de Francisco de Oliveira Pais o Palacio foi adquirido pelo companheiro de sua filha, Feliciano dos Anjos Pereira que além de plantar mais vinha construiu uma adega moderna e em 1977 lançou para o mercado com grande sucesso uma marca própria. Actualmente é propriedade de D. Maria Hermínia Silva d'Oliveira Paes, em partes iguais com os herdeiros de seu marido Feliciano dos Anjos Pereira.
Não se conhecem provas evidentes de identificação do
arquitecto, mas o palácio tem sido atribuído a Carlos Amarante, nessa altura um dos mais importantes arquitectos no norte de Portugal.
O palácio, em estilo
neo-clássico, apresenta quatro fachadas limitadas por quatro torreões e no seu interior encontram-se faustosos salões com valiosas pinturas e frescos e distinta decoração, e uma esplêndida capela.
Desde 1977 é produzido nos terrenos do palácio o vinho
Alvarinho "Palácio da Brejoeira".

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